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Muçulmanos, respeitem nossa cultura ou voltem de onde vieram

 

O discurso da senadora australiana Pauline Hanson revela porque a imigração muçulmana deve ser contida.

Confira abaixo o vídeo e a transcrição do discurso:

 

Agora estamos em perigo de sermos inundados por muçulmanos com a cultura e ideologia deles, incompatíveis com a nossa própria.
Amo minha pátria, sua cultura e modo de vida.
É sobre pertencer, respeitar e comprometer-se a lutar pela Austrália.
Isso não pode ser trocado ou abandonado por causa da diversidade e tolerância.
Tolerância deve ser mostrada para aqueles que vêm a este país em busca de um novo modo de vida.

Quem não está preparado para tornar-se australiano e dar a este país devotada lealdade, obedecer nossas leis, respeitar nossa cultura e nosso modo de vida, então sugiro voltarem de onde vieram

A Austrália é um país predominantemente Cristão, mas nosso governo é laico.
Nossa constituição proíbe o governo de impor regras e ensinamentos religiosos.
A separação da igreja e estado tornaram-se uma componente essencial de nosso modo de vida. Qualquer coisa que ameace essa separação, também ameaça nossa liberdade
Por que então o Islã e seus ensinamentos têm tal impacto na Austrália que nenhuma outra religião tem?
O próprio islã descreve-se como uma teocracia. O Islã não acredita em democracia, liberdade de expressão, liberdade de imprensa, ou mesmo liberdade de reunião.
Não separa religião da política.
É em parte uma religião, mas muito mais do que isso tem uma agenda política que vai muito além da área da religião. Regulamenta a vida social e doméstica dos muçulmanos, o sistema legal e a política deles.
A vida toda deles!

A Austrália está agora vendo mudanças em regiões de predominância muçulmana onde não há tolerância a outros estrangeiros e leis são desrespeitadas e prisões tornaram-se fontes de recrutamento de radicais muçulmanos.
Comportamento anti-social é crescente, alimentado por uma cultura machista e misógina.
Pesquisas sociais indicam que vizinhanças de comunidades muçulmanas estão passando por colapsos da coesão social e temem ações criminosas.
Australianos em geral estão maos temerosos.
Terrorismo não é mais só visto em outros países, mas agora é parte da nossa sociedade com muçulmanos envolvidos no ataque ao "Café Lindt", no assassinato de Curtis Cheng em Sidney
e no esfaqueamento de dois policiais em Melbourne.
O Grande Mufty e outros líderes muçulmanos fazem-se de surdos ou ficam em silêncio por falta de simpatia (com as vítimas).
A radicalização está acontecendo em nossas ruas, subúrbios e em mesquitas.

Ainda assim nossos líderes pedem que sejamos tolerantes e apoiemos os bons muçulmanos Mas como vamos saber a diferença deles?
Não existem indicadores dizendo: "bom muçulmano" e "mau muçulmano"
Quantas vidas ainda serão perdidas ou destruídas tentando descobrir quem é bom e quem é mau?

Mulçumanos querem ver a Lei Islâmica (Sharia) implantada na Austrália
Essa lei é um código civil totalitário que estalebece duas regras sobre tudo impostas inicialmente aos muçulmanos, depois para todos.
Como o Islã é considerado uma religião a Sharia conflita com nosso estado laico.
Australianos deram suas vidas protegendo nossa terra contra conquistadores estrangeiros.
Posso assegurar que não queriam ir à guerra, sabiam ser o dever deles garantir que seus entes queridos vivessem em paz, mas o mais importante é que lutaram pela liberdade.
Alerto este governo e governos futuros:
"Você não sente a falta de água até que o poço fique seco"

A assistência social não é um direito, a não ser para idosos e doentes, é um privilégio pago penosamente por árduos trabalhadores australianos.
Apoio a ação do governo de não pagar aos que abandonam a escola e imediatamente querem receber a assistência social.
Que mensagem passamos a eles?
Devemos ensiná-los a procurar emprego em vez de encorajá-los a dependerem do dinheiro que não ganharam ou trabalharam para obtê-lo.

Temos também as mães solteiras, tendo mais filhos, só para manterem o recebimento do dinheiro da assistência social.
Homens muçulmanos tendo várias esposas, com permissão das leis deles, tendo muitos filhos às nossas expensas, recebendo milhares de dólares emanais de nossos pagadores de impostos.
Quantos deles alguma vez teve emprego?
Por que razão procurariam emprego quando a assistência social é tão lucrativa?

 

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