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O que a sociedade russa deve fazer sobre os atentados

Fotos do suspeito, Akbarzhon Jalilov e cenas da tragédia no metrô de S. Petersburgo.

Por V.D.

O atentado de ontem em S. Petersburgo, no norte da Rússia ceifou a vida de 14 pessoas e deixou 49 feridas. O autor do atentado, Akbarzhon Jalilov de cidadania russa e etnia uzbeque provinha do Quirguistão, ex-república soviética de maioria muçulmana.

A descoberta de outro explosivo no metrô mostra que foi um ataque coordenado e afasta a hipótese de suicídio. As duas principais suspeitas recaem sobre um grupo terrorista inspirado no Estado Islâmico (EI) que busca retaliar a ação russa na Síria ou de nacionalistas chechenos. Pode ainda haver uma combinação dos dois grupos no atentado.

Discorde-se ou não da política externa russa em vários pontos, mas não podemos nos furtar a apoiar o combate ao terrorismo que ataca vítimas inocentes. Inocentes sim, pois não podem ser responsabilizadas pelos atos do estado maior das forças armadas que, em última instância tem poder e autonomia suficientes para agir sozinho. Agora, o tamanho do problema e responsabilidade social está em discriminar, boicotar e expulsar os russos que retornaram, dentre os 7.000 que viajaram à Síria para se juntar a grupos extremistas. Aí a sociedade russa tem que agir denunciando-os.

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